sexta-feira, 4 de abril de 2014

Por Carol Afreekana por Carol Afreekana




Aquele poema chamado solidão,
Solidão é desapego,
Viver sozinha, como se fosse um desemprego,
Desemprego de tudo aquilo que te causa dor,
Desespero mais profundo de ser um sofredor,
A dor daquela chibata, ainda arde,
A rebeldia sem causa, mas que alarde,
Barulho cotidiano desumano,
Desumano é a falta que eu tenho de cuidado em mim, pranto,
Digo adeus ao homem velho,
Homem novo ei de chegar,
Me despeço do pranto,
Prazer eu sou a liberdade,
Nas asas de um lindo pássaro a solidão é alegria,
Sentar em frente ao mar, 
Harmonia,
Paz interior é a esperança de cada dia,
Cuida de mim a breve solitária alegria,
Alegria de cuidado interior,
Interior mato cachorro floresta só encontro amor,
Amor recebido amor divino
Pureza liberdade é um dom de espírito,
Saudosamente silenciosa eu chego no Jardim,
Maria saúda em mim e saúda em ti.

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